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FILOSOFIA COPYLEFT,
INTERAÇÕES E REFERÊNCIAS

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COPYLEFT?

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Copyleft é uma forma de usar a legislação de proteção dos direitos autorais com o objetivo de retirar barreiras à utilização, difusão e modificação de uma obra criativa devido à aplicação clássica das normas de propriedade intelectual, exigindo que as mesmas liberdades sejam preservadas em versões modificadas. Ele difere assim do domínio público, que não apresenta tais exigências. O copyleft também não proíbe a venda da obra pelo autor, mas implica a liberdade de qualquer pessoa fazer a distribuição não comercial da obra.

O copyleft denomina genericamente uma ampla variedade de licenças que permitem, de diferentes modos, liberdades em relação a uma obra intelectual. Seu nome se origina do trocadilho com o termo “copyright“; literalmente, copyleft pode ser traduzido como “esquerdo de cópia” ou “permitida a cópia”.

Assim sendo, todo material aqui fornecido pela RE_INTEGRARTE está disponível para download e cópias.

 

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RE_INTEGRARTE VOL I:
ENCICLOPÉDIA DE PRÁTICAS POÉTICAS
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REFERÊNCIAS, PISTAS, NUTRIÇÕES

HARAWAY, Donna. Staying With The Trouble, Duke University Press, 2016.

BONDÍA, Jorge Larrosa. Notas sobre a experiência e o saber da experiência, Revista Brasileira de Educação, jan-abr, número 019, Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação São Paulo, Brasil, pp. 20-28, 2002.

https://www.n-1edicoes.org/textos/132 Ficar com o problema de Donna Haraway. Conversa  entre Donna Haraway sobre seu livro “Ficar com o problema” e sua tradutora para o espanhol Helen Torres, in. Pandemia Crítica, n-1 edições, 2020.

https://laboratoriodesensibilidades.wordpress.com/2012/12/19/como-viver-so-palestra-com-peter-pal-pelbart-video-do-4o-seminario-vida-coletiva-seminarios-internacionais-para-a-2

Como Viver – Só de Peter Pál Pélbart, in. VIDA COLETIVA – Seminários Internacionais para a 27ª Bienal de São Paulo. Vídeo e a transcrição integral da palestra realizada em 4 de agosto de 2006.

FiCHA TÉCNICA

COORDENAÇÃO GERAL E PRODUÇÃO DE CONTEÚDO:

Joana Levi e Julia Salem

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO ( VOL.1):
 
Francisca Veiga e Maria do Mar
 
FOTOGRAFIA E VÍDEO:
 
Francisca Veiga
 
FOTOGRAFIA (VOL.2):
 
Eva Marques
 
ARTISTAS CONVIDADOS (VOL.1):
 
Claudia Alves
Gustavo Ciriaco
Joana Gancho
João Godinho
Ricardo Sá-Leão
 
ARTISTAS CONVIDADOS (VOL.2):
 
Andresa Soares
Daniel V. Melim
Gustavo Ciriaco
Paula Delecave
Yael karavan
 
PARCERIA (VOL. 2):
 
Via Hominis

BIOGRAFIAS

Joana Levi (Rio de Janeiro, 1975) é performer, encenadora e dramaturgista. Vive em Lisboa desde 2017. É formada em Filosofia/USP e mestra em Filosofia-Estética/FCSH-UNL. Sua criação mais recente, “Rasante”, estreou no Festival Alkantara 20′. Nos últimos 10 anos tem se dedicado a projetos experimentais e colaborativos que forjam uma cena atravessada por diferentes linguagens (da performance ao teatro, da dança ao pensamento filosófico) e que evocam relações de tensão do tipo centro-periferia expressas em contextos e conflitos urbanos, (pós)coloniais e de gênero. Recentemente, colaborou com Carlota Lagido, Sónia Baptista, Rita Natálio, Gustavo Ciríaco, Julia Salem, entre outros. Anteriormente, no Brasil, destacam-se suas criações: “Museu Encantador” (Prêmio Funarte Redes Artes Visuais) em colaboração com Rita Natálio; “Rózà” (Prêmio Zé Renato de Teatro-SP), com Martha Kiss Perrone; e “In_Trânsito”, (Prêmio Montagem Cênica-RJ), com Isabel Penoni/Cia Marginal. Há vinte anos desenvolve pesquisa sobre as relações entre corpo, processos da imaginação, experiência perceptiva-sensorial e dramaturgia; desde então ministra cursos para artistas e não artistas de todas as idades. Desenvolveu sua pesquisa pedagógica em diversos contextos. Em Portugal foi educadora de teatro (AECS) para alunos do Ciclo I da Escola Básica de Algés (2019-2020). No Brasil, participou do programa de Cultura do Banco do Nordeste (2011) com uma série de oficinas para crianças e adolescentes no Ceará-BR. Foi artista orientadora do Projeto Ademar Guerra (2011), voltado para grupos de teatro amador do interior do estado de São Paulo / Sec. Cultura Estado/SP. Foi coordenadora e arte-educadora (1999-2001) do Programa de Teatro para população de rua em abrigo municipal do Rio de Janeiro. Foi artista orientadora do Centro de Ação Teatral da Maré/RJ (2000-04), voltado para adolescentes e crianças.

Julia Salem é nascida em 1982, São Paulo- Brasil e graduada em Comunicação das Artes do Corpo na Pontifícia Universidade Católica PUC-SP, em dança e performance. É residente em Lisboa há 5 anos e mestra em Comunicação e Artes na UNL. Colaborou com Rose Akras (BR/HOL), Daniela Dini (BR), Maristela Estrela (BR), João Fiadeiro (PT) e Gustavo Ciríaco (BR/PT). É  co-autora de Travèssa (2011), Intaura_ação (2015) e In_screver (2016). Concebeu e criou com Ana Correa Procedimentos para Encontrar-se (2019)apoio da Fundação GDA. É integrante da Apneia Colectiva Associação Cultural,  composta por Carlos Oliveira, Andresa Soares, Ana Trincão, Tiago Gandra, Carlota Lagido, Vânia Rovisco e Elizabete Francisca, artistas que colaboram entre si e investigam outras formas de criação, produção e circulação em dança. O projeto Cadeia de Transmissão do colectivo foi apoiado pela CML-FES/ Projetos Culturais e Dgartes Apoio a Projetos- Criação eEdição-2020. Como arte-educadora desenvolveu o currículo de dança e lecionou no E.M e E.F na Escola Waldorf São Paulo (2007-2015). Deu formação de Dança e Práticas Somáticas para agentes comunitários/Projeto Recreio nas Férias da Prefeitura de São Paulo pelo Instituto Tomie Otake, São Paulo/BR (2008/2009). Deu formação de Artes Corporais para professores de Educação Física (Curitiba-BR) e fez a elaboração e editoração do material didático pelo Núcleo de Projetos/ Instituto Sidarta ( SP/BR) Um olhar sobre o corpo: autoestima e diversidade – Projeto Real Beleza Rexona Ades patrocinado pela Unilever Brasil- inclusão de adolescentes de bairros sociais (2009-2010). Deu oficinas Corpo e Espaço ministrada por Núcleo de Garagem para adultos de todas as idades em Sesc Belo Horizonte, (2012) e Sesc Belo Horizonte (2014), Sesc Santo Amaro (2015) São Paulo, BR. Ministrou oficinas Meu gesto, Nossa Dança para alunos do primeiro ano de graduação em Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2016). Deu oficinas de Artes Integradas para crianças e seniors em Minde, Loulé (PT), Santiago (CH) e na Penha sco em Lisboa (PT) pelo projeto Entre Cães e Lobos de Gustavo Ciríaco (2018-19). Deu aulas AECs  de Artes Corporais para alunos do Ciclo I da Escola TEIP em Campo de Ourique/Lisboa (2018). É cooperadora da PENHA SCO_arte cooperativa, onde realiza programação  de artes performativas, de  cursos e formação e gestão de projetos (Lisboa, PT).

Francisca Veiga nasceu no ano de 1986, em Vila Praia de Âncora, extremo norte de Portugal. Licenciou-se em Som e Imagem na ESAD das Caldas da Rainha e continuou o seu percurso académico na Faculdade de Belas Artes, em Lisboa no Mestrado de Arte Multimédia – Especialização em Fotografia. Fundou e Integrou desde 2015 até 2019 o FiM Colectivo, e parte do seu trabalho neste projecto foi direcionado para criação de oficinas para crianças, tendo ministrado oficinas em instituições e festivais como o Museu da Imprensa (Porto), HANGAR Centro de Investigação Artística (Lisboa) e o Encontro Gigantes Invisíveis (Ovar). Artista visual, expõe o seu trabalho desde 2010, e participou de individuais e coletivas em Portugal, Brasil e Moçambique. Atualmente integra a cooperativa artística PENHA SCO_Arte Cooperativa, com sede em Lisboa, na Penha de França, onde participa no desenvolvimento projectos de produção / difusão artística e cursos | oficinas para as escolas da região (em parceria com a Junta de Freguesia) e para a comunidade local. Colaboradora no projecto Educar a Sorrir, dinamiza a atividade de Ateliê no agrupamento de escolas de Carnaxide desde Outubro de 2019.

Maria do Mar, (Lisboa, 1971) violinista, professora. Formou-se em violino na ESML, fez vários cursos de pedagogia, Teoria da Aprendizagem de Edwin Gordon, Willems, Suzuki, entre outros. Fez concertos com várias orquestras dentro e fora do país, destaque para Erasmus Chamber Orchestra, no Mozarteum de Salzburgo (1996). De uma actividade eclética, destacamos, bandas sonoras de filmes nacionais, peças de teatro, como o Impromptu de Versalhes de Molière (2016) a solo no Teatro Nacional D. Maria, com encenação de Miguel Loureiro, performances, com Sónia Baptista, Assentar sob as Águas (2016), Maria Radich BooKiNg PoiNt (2017), e vários discos editados. Desenvolveu trabalho de improvisação com Miguel Mira, Carlos “Zíngaro”, Helena Espvall, Joana Guerra, Lula Pena, Ricardo Freitas, Paulo Chagas, Ernesto Rodrigues, Joelle Léandre, Juan Calvi, Adriano Orrú, entre outros, apresentando-se em concertos, ciclos e festivais nacionais e internacionais. Faz programação/curadoria, produção de eventos, destacando-se “Pequenas Notáveis”- Um Mini Festival sobre o Feminino, no bar Pequena Notável em Lisboa (2018), ImproJam, na PENHA SCO_Arte Cooperativa de que faz parte. No final do ano de 2019 foi nomeada por Rui Eduardo Paes, na revista Jazz.pt, para Melhor Músico ou Grupo Nacional 2019. Leccionou violino, violeta, música de câmara e orquestra, em escolas como, o Conservatório Nacional (2002), Canto Firme de Tomar (1999/2006), Crescendo Centro Musical de Oeiras (1995/2005), Conservatório David de Sousa da Figueira da Foz (99/00), Conservatório Regional de Coimbra, Academia de Música e Dança do Fundão, Conservatório de Setúbal (2005/2010), Conservatório de Cascais (2008/2011), Academia de Música de Almada (20011/2016). Foi directora pedagógica da Escola Carolina Michaelis entre 2003 e 2016, onde levou a cabo experiências pedagógicas inovadoras, numa tentativa de tornar o estudo de instrumento parte integrante da vida do aluno e família, baseando-se numa interdisciplinaridade natural, onde se abordaram outras áreas criativas em simultâneo com a da música, aulas de grupo, de improvisação, concertos quinzenais. Os seus alunos foram laureados em diversos concursos nacionais. https://soundcoloud.com/maria-do-mar-3j

Eva Marques(Lisboa, 2000) Artista e fotógrafa. No secundário, estudou na Escola Artística António Arroio na área de Design de Comunicação. Tirou a Licenciatura de Fotografia na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, participando em algumas exposições durante o percurso académico. Estagiou com a PenhaSco, cooperativa de produção e difusão artística, envolvendo-se com os projetos Almanaque Alqueive e Re_integrarte.

 

João Godinho, nasceu em Lisboa em 1976, estudou música e piano, concluiu o curso de Composição na ESML em 2005. Como compositores-se focado na escrita para piano e música de câmara, colaborou em espectáculos de dança contemporânea, dos quais se destaca Nocturno (2016), uma criação de Joana Gama e Vítor Hugo Pontes. Em 2019 estreou na Konzerthaus de Berlim e no CCB, a peça , Alcance, para 5 solistas da CERCI Oeiras com a Jovem Orquestra Portuguesa, obra distinguida com o Prémio Compositor Europeu 2019. É co-fundador/director artístico da Lisbon Jazz Summer School, e da Big Band Júnior. Trabalhou no CCB como assessor de imprensa e como programador na área da música. Colabora com a Antena 2, sendo autor de programas como Fora de Formato (2019) e Pausa para Dançar (2020). www.joaogodinho.com, https://soundcloud.com/ joaogodinho, Nocturno@Spotify

Gustavo Ciríaco (Rio, 1969). Coreógrafo e artista baseado entre Lisboa e Rio. Com formação em Ciências Políticas, Gustavo tem desenvolvido um conjunto multiforme de obras que transitam entre o teatro visual e a dança conceitual, passando por exposições vivas e trabalhos site-specific onde arquitetura, artes visuais e cênicas se encontram em performances marcadas pela partilha do sensível. Suas obras foram apresentadas em importantes festivais, galerias e instituições nacionais e internacionais. Seus projetos são marcados por uma dimensão participativa e intergeracional como a sua última criação, Entre Cães e Lobos, com oficinas a sêniores e crianças. Como docente foi professor do Fórum Dança, da UFRJ, da UniverCIDADE, da Escola Angel Vianna, Escola de Dança de Fortaleza, além de inúmeros oficinas em Taipé, São Paulo, Paris, Saigon, Valparaíso, Cidade do México, entre outros.

Ricardo Sá-Leão, Lisboa, 1977. Pianista e professor de Piano, Percussão Corporal e Acompanhamento e Improvisação. Diplomou-se na Escola Superior de Música de Lisboa e na Faculdade de Música da Escola Superior de Artes de Utrecht, na Holanda, frequentando actualmente o 3.o ano do Doutoramento em Música e Musicologia (especialidade em Interpretação) na Universidade de Évora. Enquanto músico e pedagogo, interessa-se particularmente pela promoção de uma vivência artística criativa, individual e livre, nomeadamente através do desenvolvimento abrangente e integrado de competências, procurando deste modo recuperar uma tradição histórica de prática e ensino musicais. Nesse sentido, dedica-se à adaptação, criação e divulgação de materiais pedagógicos e de obras musicais — sobretudo nas áreas da musicalidade prática e da improvisação —, à participação em projectos de improvisação e à orientação regular de workshops.

Cláudia Alves (Lisboa, 1980) é realizadora e educadora na área das artes visuais. Iniciou o seu percurso nas artes plásticas e mais tarde enveredou pelo cinema. Licenciou-se em Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, e em cinema documental, na Escola Internacional de Cinema de San António de Los Baños, em Cuba. Viveu experiências únicas em Milão e Barcelona, mas também em Havana, Mumbai e Bissau. Paralelamente à realização e produção de documentários, dedica-se à experimentação e conceção de oficinas de cinema para crianças, jovens e adultos. Colabora regularmente com o serviço educativo da Apordoc, dos festivais Doclisboa e IndieJúnior, assim como a Cinemateca Júnior.

Joana Gancho (Lisboa, 1980) Licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, 2004. Vive e trabalha em Évora. Expõe regularmente na galeria trema, Lisboa, desde 2005. Outras exposições: 2007 -Pontos de vista – exposição individual, Galeria Sala Maior, Porto; 2009 – em construção – Galeria Municipal D. Dinis, Estremoz; 2010 – is anybody home ? – Exposição individual – Fundação D. Luís I, Centro Cultural de Cascais; Arquivos da memória – instalação e desenho – Sociedade Harmonia Eborense, Évora; 2011 – participação na Snoopy Parade Lisboa, Av. Duque D’Ávila, Lisboa; 2012 – Paisagens Urbanas, A Moagem, A Cidade do Engenho e das Artes, – Exposição individual, Fundão; 2013 – Casa//Arte. Feira Arte Contemporânea, Madrid; 3 artistas da Trema – Galeria Municipal D. Dinis, Estremoz; JUST MAD 4 Feira de Arte Contemporânea, Madrid; 2017 – Se eu fosse bater à tua porta – Performance com Márcio Pereira, inserida no Programa Artes à Rua, CM Évora; 2018 – WAH! – Estamos aqui! / We are here!, Exposição Colectiva, Centro de Arte e Cultura – Fundação Eugénio de Almeida, Évora; 2019 – Joana Gancho e Evandro Soares – Galeria do Raw Culture Bairro Alto, Lisboa ; JUST MAD 10 Feira de Arte Contemporânea, Madrid. Entre 2009 e 2011 foi monitora de oficinas e ateliers de expressão plástica para crianças e jovens, organizados pela Câmara Municipal de Évora, no âmbito do programa “Férias de Verão”; no ano letivo de 2016-2017 colaborou com o Jardim Infantil Nossa Senhora da Piedade, Évora, num programa de ateliers de Artes Plásticas; neste momento é professora da AEC de Artes Plásticas, em escolas do 1o ciclo do concelho de Évora.

Andresa Soares, Lisboa, 1978. A sua formação dividiu-se entre as artes plásticas e a dança e, desde cedo, iniciou a sua actividade como criadora nas artes performativas tendo até então realizado mais de 20 criações. O seu trabalho cruza várias áreas artísticas procurando atravessar livremente o uso da palavra, do movimento, da imagem, do som, da presença do público ou a consciente anulação de uma destas partes, utilizando o constrangimento como a demanda que a formulação do projecto motiva. Nos seus trabalhos faz também a criação dos textos que os integram. Como performer/intérprete trabalhou em dança, teatro e cinema com José Laginha, Luís Castro, Nuno M. Cardoso, Ricardo Aibéo, Michel Simonot, Vera Mantero, Maria Ramos, Bruna Carvalho, BLITZ – Theatre Group, Patrick Mendes, Pierre Coulibeuf, Emily Wardil, entre outros. O seu trabalho tem sido apresentado em Portugal, Alemanha, França, Espanha e Brasil. Em 2002 funda a Máquina Agradável que co-dirigiu com Lígia Soares até 2014. Actualmente integra o colectivo Apneia Colectiva. https://andresasoares.wixsite.com/andresa-soares

Daniel V. Melim, nasce em Portugal em 1982. Vive e trabalha em Lisboa. Interessa-se pelas dimensões afectivas, históricas, colectivas, ecológicas, espirituais e curativas da criação. Reparte o seu tempo entre a sua obra de autor (artes plásticas, música) e o seu trabalho com pessoas. Tem formação académica em Artes Plásticas-Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (2006) e em MA Applied Anthropology and Community and Youth Work pelo Goldsmiths College – University of London (2016). Para este MA foi bolseiro Fundação Calouste Gulbenkian. Também tem frequentado formações não académicas de durações muito variáveis. Delas, destaca: meditação, yoga, butoh, contacto-improvisação, composição em tempo real (performance), teatro de improviso, trabalho com voz, método Louise Hay e design de eco-aldeias.

Foi finalista do Prémio EDP Novos Artistas 2007, vencedor do Prémio Fidelidade Mundial Jovens Pintores em 2011 e shortlister do projecto mundial 100 Painters of Tomorrow (Thames & Hudson, 2014). Tem desenvolvido projectos artísticos em Portugal, Espanha, Brasil, Alemanha e Reino Unido. Colaborou vários anos com o serviço educativo do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (actual Colecção Moderna) e com escolas de arte privadas em Lisboa. Está representado em várias colecções, públicas e privadas.

Paula Delecave (1975) nasceu no Rio de Janeiro e reside em Lisboa. É ilustradora, designer e atriz. Licenciada em Comunicação Visual na Pontifícia Universidade Católica, em Teatro na Casa das Artes de Laranjeiras, (Rio de Janeiro) e pós-graduada em Livro Infantil, Pontifícia Universidade Católica, Lisboa. Utiliza a colagem como linguagem gráfica. Ilustrou os livros O Avô tem uma borracha na cabeça (Porto Editora, 2020), Que aventura ser Matilde (2015), textos de Rui Zink e Quando João ficou sem palavras, de Ana Helena Rotta Soares (2017), Rio de Janeiro. Como designer trabalhou muitos anos na Zot Design, especializada na publicação de livros de artistas, em Portugal foi responsável pelo design dos livros Desenhos Efémeros, de António Jorge Gonçalves, Øcre e Øbsidiana, livros-disco de Filipe Raposo e YPSC_Transduction da dupla Yola Pinto e Simão Costa. Colabora com a Companhia de Actores, na cenografia do Concurso Fala-me disso. Seu trabalho na exposição Favelité (Ano do Brasil na França 2005) – mostra sobre a favela na estação RER Luxemburgo – ganhou menção honrosa na Bienal de Design Gráfico, 2008. (SP).

Yael Karavan , premiada performer, bailarina e diretora Israelense/Britânica. Vive em Lisboa. Especializada em Butoh, Karavan combina fortes elementos visuais com dança, mímica, teatro físico e visual, frequentemente em um contexto específico ao local- site specific. Yael explora linguagens artísticas combinando diversas influências culturais, explorando maneiras de agir e reagir à questões sociopolíticas prementes. Ao longo do seu percurso criou diversas peças para palco, site specific, para museus/galerias por vários países incluindo múltiplos projetos comunitários. Em 2009 criou a sua companhia the Karavan Ensemble e desde 1999 ensina ao redor do mundo, no Forum Dança- Pacap3 e na Universidade Nova de Lisboa.

Via Hominis é uma cooperativa de solidariedade social que estabelece parcerias e cooperação com projetos nas áreas de saúde e envelhecimento, bem estar e humanização dos cuidados em instituições de ensino da Saúde e Serviço Social. Desenvolve projetos artísticos e de mediação cultural com enfoque na humanização, empoderamento e combate ao isolamento e estigma social das pessoas mais velhas, tanto com parceiros de intervenção social como com parceiros artísticos
Trabalha em cooperação e parceria com diversas estruturas, entre elas a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Hospital Universitário de Coimbra, EAPN – European Anti Poverty Network, Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Instituto Superior de Serviço Social do Porto, Teatro São Luiz. Cooperados participantes no Reintegarte II: Amélia Martins (1974) licenciada em Serviço Social, Pós-Graduada em Arte Terapia no Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Doutorada em Psicologia Cognitiva na FCEUP – Universidade de Coimbra, formadora em Snoezelen e Humanitude; Rosa Melo (1961) Professora adjunta na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, formadora, consultora e coordenadora de Investigação em Humanitude; Rafael Alves (1985) licenciado em Enfermagem, Mestre em Geriatria e Gerontologia ESSA -Universidade de Aveiro, exerce em psiquiatria geriátrica, formador e consultor sénior em Humanitude, promotor e gestor de projetos de mediação cultural e Afonso Pimentel (1969) Licenciado em Gestão de Empresas no Instituto Superior Economia e Gestão, formação avançada em Gestão de Negócios Internacionais é gestor, formador e consultor na Via Hominis.
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